20 janeiro 2010

Ele foi apanhado por uma vontade imensa de chorar, mas não conseguia. A única vez que ele foi feliz em chorar foi com ela, e talvez ele não sentisse que devesse manchar seu quadro com essa reação (que até o momento não tinha sentido mais) que tivera se tornado tão bonita desde então. O problema é engolir sozinho quando se esperava poder sempre dividir com ela tais coisas,... mas essa coisa, agora, era só dele. Falta de ar, calafrio. Mal sabia ele que para sua cura bastava um telefonema.

1 co-mentários:

Francine Ribeiro disse...

"Mas e se ela não atendesse? Ou se já não se importasse mais em dividir? Não, talvez ainda se importasse, mas nem soubesse disso. Ou não, ela poderia atender, mas seria mesmo esse o caminho da cura? E se a cura estivesse justamente em achar que se tinha um caminho pra ela?"

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